Fantástico o que está ocorrendo no Egito. Uma revolução que “explode na cara” do governo daquele país e, de resto, de todos os governos da face da Terra, sem que seus serviços de inteligência tivessem aquilatado o potencial do movimento. O povo egípcio está mostrando ao mundo como governos absolutistas, mantidos por interesses econômicos e estratégicos das potências tanto do oeste como do leste, podem ser apeados do poder pela legtima vontade da nação. É de se observar que estamos vivenciando uma revolução sem lideres. Simplesmente, maravilhoso! Viva os Egípcios!!!!
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Reflexões
"Nada é tão contagioso como o entusiasmo; na verdade o entusiasmo, prospera nas pessoas positivas e nada se realiza sem ele."
Desconheço o autor.
Desconheço o autor.
domingo, 24 de outubro de 2010
Veículos de Recreio
Eis aí o lazer/hobby que pratico já há quase 30 anos: o campismo a bordo dos chamados Veículos de Recreio - VR. Modo de se divertir, para alguns até mesmo um estilo de vida, pouco divulgado no Brasil, o campismo recebe na Europa, Estados Unidos e Canadá, entre outras regiões do planeta, expressivo apoio governamental.
Os governos, nestes países, praticam políticas públicas voltadas à difusão e estímulo à prática do acampamento em áreas especialmente preparadas para este fim (campismo), bem como financiamentos para a criação e manutenção de campings, muitos deles, inclusive, mantidos pelo poder público. A denominação predominante nos Estados Unidos e mais aceita mundialmente para designar os equipamentos utilizados é a da língua inglesa: Recreational Vehicle - RV. Pretendo, em artigos futuros, voltar a abordar este tema, todavia, hoje ficarei apenas na elucidação dos vários tipos de VRs existentes e suas classificações segundo os termos usualmente utilizados no Brasil. Que fique claro não tratar-se de uma especificação que siga normas técnicas, nada disto, é apenas o linguajar comumente aceito entre os campistas. No Brasil todas as esferas de governo (Federal, Estaduais e Municipais), através das suas entidades responsáveis pelo turismo, não dão qualquer importância ao tema.
Costumamos dividir os Veículos de Recreio em:
- Motorhome ou Motor Home: veículo de recreio auto-propulsado montados sobre carrocerias de ônibus, chassi/plataforma sem cabine, ou caminhões.
- Trailer: veículo de recreio rebocado por outro veículo (automóveis, caminhonetes,etc).
- Camper: veículo de recreio transportado sobre a caçamba de uma caminhonete e que pode ser retirado, ficando estacionando e liberando a pick-up para o uso:
- Careta Barraca: reboque transportado por veículo (automóvel, caminhonete,etc) onde, ao articular sua estrutura, transforma-se em um barraca sem contato com o solo:
Sub-dividimos os Motorhomes em:
Classe “A”: montado sobre a carroceria/chassi/plataforma de um ônibus comumente utilizado para o transporte de passageiros:
Classe “B”: montado sobre a carroceria de vans ou furgões. São equipamentos de pequeno porte e com excelente agilidade na sua utilização:
Classe “C”: montado sobre o chassi de um caminhão ou caminhonete, preservando a cabine do veículo e sobre ela, normalmente, existindo uma cama:
Como se pode notar a divisão dos Motorhomes em classes nada tem a ver com a sofisticação ou luxo que venha ser empregado na montagem do VR, mas sim, numa separação por convenção quanto ao modelo do veículo. Podemos encontrar VRs sofisticados ou luxuosos em qualquer das classes.
O Trailer sofre a seguinte divisão:
Pequeno: dispõe de apenas um eixo:
Grande: dispõe de dois ou mais eixos:
Quinta Roda: se apóia sobre a caçamba da pick-up, mediante adaptação própria para este fim, tal qual a carreta de um caminhão se apóia sobre o “cavalo mecânico”:
Bem, como se observa, a barraca não é classificada como um Veículo de Recreio. Não se trata de discriminação, apenas uma obviedade que dispensa explicações.
Os governos, nestes países, praticam políticas públicas voltadas à difusão e estímulo à prática do acampamento em áreas especialmente preparadas para este fim (campismo), bem como financiamentos para a criação e manutenção de campings, muitos deles, inclusive, mantidos pelo poder público. A denominação predominante nos Estados Unidos e mais aceita mundialmente para designar os equipamentos utilizados é a da língua inglesa: Recreational Vehicle - RV. Pretendo, em artigos futuros, voltar a abordar este tema, todavia, hoje ficarei apenas na elucidação dos vários tipos de VRs existentes e suas classificações segundo os termos usualmente utilizados no Brasil. Que fique claro não tratar-se de uma especificação que siga normas técnicas, nada disto, é apenas o linguajar comumente aceito entre os campistas. No Brasil todas as esferas de governo (Federal, Estaduais e Municipais), através das suas entidades responsáveis pelo turismo, não dão qualquer importância ao tema.
Costumamos dividir os Veículos de Recreio em:
- Motorhome ou Motor Home: veículo de recreio auto-propulsado montados sobre carrocerias de ônibus, chassi/plataforma sem cabine, ou caminhões.
- Trailer: veículo de recreio rebocado por outro veículo (automóveis, caminhonetes,etc).
- Camper: veículo de recreio transportado sobre a caçamba de uma caminhonete e que pode ser retirado, ficando estacionando e liberando a pick-up para o uso:
- Careta Barraca: reboque transportado por veículo (automóvel, caminhonete,etc) onde, ao articular sua estrutura, transforma-se em um barraca sem contato com o solo:
Sub-dividimos os Motorhomes em:
Classe “A”: montado sobre a carroceria/chassi/plataforma de um ônibus comumente utilizado para o transporte de passageiros:
Classe “B”: montado sobre a carroceria de vans ou furgões. São equipamentos de pequeno porte e com excelente agilidade na sua utilização:
Classe “C”: montado sobre o chassi de um caminhão ou caminhonete, preservando a cabine do veículo e sobre ela, normalmente, existindo uma cama:
Como se pode notar a divisão dos Motorhomes em classes nada tem a ver com a sofisticação ou luxo que venha ser empregado na montagem do VR, mas sim, numa separação por convenção quanto ao modelo do veículo. Podemos encontrar VRs sofisticados ou luxuosos em qualquer das classes.
O Trailer sofre a seguinte divisão:
Pequeno: dispõe de apenas um eixo:
Grande: dispõe de dois ou mais eixos:
Quinta Roda: se apóia sobre a caçamba da pick-up, mediante adaptação própria para este fim, tal qual a carreta de um caminhão se apóia sobre o “cavalo mecânico”:
Bem, como se observa, a barraca não é classificada como um Veículo de Recreio. Não se trata de discriminação, apenas uma obviedade que dispensa explicações.
Reflexões
"Aqueles que se sentem satisfeitos, sentam-se e nada fazem, os insatisfeitos são os únicos propulsores do mundo."
Walter Savage Lanor
Walter Savage Lanor
sábado, 2 de outubro de 2010
Política
Extraido do Blog do Zé Beto:
- Pesquisas são como perfumes, boas para cheirar e perigosas de engolir. (Shimon Peres)
- Se voto mudasse alguma coisa, eles o aboliriam. (Ken Livingstone)
- Política é a arte de obter votos dos pobres e dinheiro dos ricos, prometendo a cada grupo defendê-lo contra o outro. (Oscar Ameringer)
- Política tornou-se tão cara que custa muito dinheiro mesmo ser derrotado. (Will Rogers)
- Em ano eleitoral, o ar está cheio de discursos, e vice-versa. (François-Joseph Nolau)
- Pesquisas são como perfumes, boas para cheirar e perigosas de engolir. (Shimon Peres)
- Se voto mudasse alguma coisa, eles o aboliriam. (Ken Livingstone)
- Política é a arte de obter votos dos pobres e dinheiro dos ricos, prometendo a cada grupo defendê-lo contra o outro. (Oscar Ameringer)
- Política tornou-se tão cara que custa muito dinheiro mesmo ser derrotado. (Will Rogers)
- Em ano eleitoral, o ar está cheio de discursos, e vice-versa. (François-Joseph Nolau)
Reflexões
"No dia em que o coração de um policial não for capaz de vibrar com sua profissão, será o seu fim."
Desconheço o autor.
Desconheço o autor.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Motor Reimspiess
Esta história vem de longe... muito longe no tempo. E, merece, ao menos, uma breve referência.
"À CEZAR O QUE É DE CEZAR"
Pensando bem, talvez não seja correto chamar de "Motor Volkswagen", este motor do tipo boxer refrigerado a ar que equipava automóveis da montadora Volkswagen, ou mesmo (com projetos mais avançados) os super-esportivos da Porsche.
Para se fazer justiça histórica, acho que devemos chamá-lo de:
MOTOR REIMSPIESS,
em homenagem a FRANZ XAVER REIMSPIESS, jovem engenheiro austríaco, verdadeiro projetista deste marco da engenharia de motores, que apresentou seu motor a Ferdinand Porsche e este, com sua genialidade enxergou a maravilha que lhe estava diante dos olhos e o incorporou ao "Carro do Povo". Franz também foi o responsável pelo desenvolvimento de outras partes do “sedan do povo”, notadamente na suspensão.
O Professor Porsche havia rabiscado como motor para seu carro um propulsor do tipo radial inspirado nos motores de avião daquela época (década de 1930). Abandonou a idéia e chegou a produzir um protótipo de motor de cilindros verticais com pistões que funcionavam aos pares. Tinha, este último, como inconveniente, possuir vibrações muito elevadas e deficiência na refrigeração. Um motor de dois cilindros contra-postos (boxer) também foi objeto de estudos e não avançou. Quando as coisas pareciam não caminhar, Reimspiess, engenheiro de sua equipe, apresenta sua idéia.
Escrevo sobre Franz Xaver Reimspiess porque o brilho do gênio de Porsche o ofuscou. Isto não me parece justo.
Sem a solução dada pelo engenheiro austríaco ao propulsor (tanto Porsche quanto Reimspiess eram austríacos), talvez o “carro do povo” não existisse. Era, na verdade, o motor o grande nó do projeto de Ferdinad. Dependia da solução deste (principal) item o atendimento às exigências “técnicas” de Hitler (outro austríaco). Entre elas: preço, consumo, velocidade, etc. A demora no deslindar da questão, talvez, e muito provavelmente, não permitisse a finalização de praticamente todo o projeto antes do início da guerra. Com a conseqüente derrota alemã ele não teria andamento. O Porsche, modelo “carro do povo”, só passou para a história porque terminada a guerra ele estava ali: prontinho para ser produzido.
Faço referências a Reimspiess, e ao próprio Porsche, porque entendo que o hoje conhecido como Fusca não é um produto da Companhia Volkswagen. Ele existia antes da Empresa, sendo, na verdade, a razão de sua fundação. O “Besouro” é o mais genuíno de todos os Porsches. O classifico como o modelo sedan da Porsche.
O que estou fazendo é nada mais do que olhar uma história conhecida sob um ponto de vista diferente. Procuro desta forma valorizar o intelecto humano.
A Volkswagen que me desculpe mas o Fusca é um PORSCHE impulsionado pelo MOTOR REIMSPIESS. E não ficamos somente nisto. A autoria do emblema da Volkswagen também é de Reimspiess.
O primeiro produto da Montadora Volkswagen foi a Kombi. Em 1947 numa reunião da qual participavam Ingleses que detinham a administração da fábrica onde o carro Volkswagen foi produzido, um empresário holandês, Ben Pol era seu nome, teve a idéia de construir um monovolume que utilizasse o “motor ar”. Ben Pol, ou um oficial do Exército Inglês que participava da reunião, há divergência sobre o autor, teria rabiscado num papel a forma que viria ser adotada na Kombi, ou Type 2 como foi inicialmente designada a identificação do veículo. Posteriormente o carro recebeu o nome de “kombinationfahrzeug”, traduzindo: veículo de uso combinado. Os Ingleses não se interessaram pela produção do utilitário. Quando as tropas britânicas deixaram a fábrica, em 1950, teve início a produção da KOMBI.
"À CEZAR O QUE É DE CEZAR"
Pensando bem, talvez não seja correto chamar de "Motor Volkswagen", este motor do tipo boxer refrigerado a ar que equipava automóveis da montadora Volkswagen, ou mesmo (com projetos mais avançados) os super-esportivos da Porsche.
Para se fazer justiça histórica, acho que devemos chamá-lo de:
MOTOR REIMSPIESS,
em homenagem a FRANZ XAVER REIMSPIESS, jovem engenheiro austríaco, verdadeiro projetista deste marco da engenharia de motores, que apresentou seu motor a Ferdinand Porsche e este, com sua genialidade enxergou a maravilha que lhe estava diante dos olhos e o incorporou ao "Carro do Povo". Franz também foi o responsável pelo desenvolvimento de outras partes do “sedan do povo”, notadamente na suspensão.
O Professor Porsche havia rabiscado como motor para seu carro um propulsor do tipo radial inspirado nos motores de avião daquela época (década de 1930). Abandonou a idéia e chegou a produzir um protótipo de motor de cilindros verticais com pistões que funcionavam aos pares. Tinha, este último, como inconveniente, possuir vibrações muito elevadas e deficiência na refrigeração. Um motor de dois cilindros contra-postos (boxer) também foi objeto de estudos e não avançou. Quando as coisas pareciam não caminhar, Reimspiess, engenheiro de sua equipe, apresenta sua idéia.
Escrevo sobre Franz Xaver Reimspiess porque o brilho do gênio de Porsche o ofuscou. Isto não me parece justo.
Sem a solução dada pelo engenheiro austríaco ao propulsor (tanto Porsche quanto Reimspiess eram austríacos), talvez o “carro do povo” não existisse. Era, na verdade, o motor o grande nó do projeto de Ferdinad. Dependia da solução deste (principal) item o atendimento às exigências “técnicas” de Hitler (outro austríaco). Entre elas: preço, consumo, velocidade, etc. A demora no deslindar da questão, talvez, e muito provavelmente, não permitisse a finalização de praticamente todo o projeto antes do início da guerra. Com a conseqüente derrota alemã ele não teria andamento. O Porsche, modelo “carro do povo”, só passou para a história porque terminada a guerra ele estava ali: prontinho para ser produzido.
Faço referências a Reimspiess, e ao próprio Porsche, porque entendo que o hoje conhecido como Fusca não é um produto da Companhia Volkswagen. Ele existia antes da Empresa, sendo, na verdade, a razão de sua fundação. O “Besouro” é o mais genuíno de todos os Porsches. O classifico como o modelo sedan da Porsche.
O que estou fazendo é nada mais do que olhar uma história conhecida sob um ponto de vista diferente. Procuro desta forma valorizar o intelecto humano.
A Volkswagen que me desculpe mas o Fusca é um PORSCHE impulsionado pelo MOTOR REIMSPIESS. E não ficamos somente nisto. A autoria do emblema da Volkswagen também é de Reimspiess.
O primeiro produto da Montadora Volkswagen foi a Kombi. Em 1947 numa reunião da qual participavam Ingleses que detinham a administração da fábrica onde o carro Volkswagen foi produzido, um empresário holandês, Ben Pol era seu nome, teve a idéia de construir um monovolume que utilizasse o “motor ar”. Ben Pol, ou um oficial do Exército Inglês que participava da reunião, há divergência sobre o autor, teria rabiscado num papel a forma que viria ser adotada na Kombi, ou Type 2 como foi inicialmente designada a identificação do veículo. Posteriormente o carro recebeu o nome de “kombinationfahrzeug”, traduzindo: veículo de uso combinado. Os Ingleses não se interessaram pela produção do utilitário. Quando as tropas britânicas deixaram a fábrica, em 1950, teve início a produção da KOMBI.
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